25 Novembro 2009

 

Curiosidades da Matemática
 
A Matemática tem coisas que nem Pitágoras explicaria.
Aqui vai uma delas…
Pegue num lápis e numa folha de papel.
1. Escreva os 3 primeiros algarismos do seu telefone (não considere o indicativo 91, 92, 93, 96, 21 ou 22 ou 26…);
2. Multiplique por 80;
3. Some 1;
4. Multiplique por 250;
5. Some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone;
6. Some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone, de novo;
7. Subtraia 250;
8. Divida por 2.
                    Reconhece o resultado ??????
 “Info Mat” – Laboratório de Matemática/Núcleo Estágio de Matemática

 

 

 

publicado por Biblo-ESARS às 21:24

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Professora Bibliotecária
Ana Paula Gonçalves

Na grande biblioteca

"Na grande biblioteca os sábios sentam-se e lêem livros.

Eu sento-me no meio deles, mas não sei porquê.

De tempos a tempos um deles passa pelas brasas

E depois levanta-se para ir beber um café.

Eu deixo-me estar visto que sou o único entre eles que não sabe por que lê os livros empilhados à sua frente na secretária.

Lá fora o sol brilha, os esquilos saltitam no relvado e trepam pelas árvores.

Eu sento-me e leio.

Todos temos que fazer alguma coisa.

As pessoas passam na rua.

Têm coisas para fazer.

Eu leio e leio visto que não tenho mais nada para fazer, e o tempo passa devagar."

Jovan Hristic

Versão publicada por LP, “Do Trapézio, sem rede” às 14:02 a 9/Fev/2010 a partir da tradução inglesa de Charles Simic reproduzida em The Horse Has Six Legs - An anthology of serbian poetry, organização e tradução de Charles Simic, Graywolf Press, Saint Paul, 1992, p. 121

O Medo

"caminhar no deserto, reencontrar a magia das palavras e usá-las com maior ou menor inocência, como se as usássemos pela primeira vez, como se acabássemos de as desenterrar das areias. as palavras, esses oásis envelhecidos que me revestem o corpo como um trapo que sempre me tenha pertencido...

a partir desse momento acumulei infindáveis cadernos escritos; era esta a única maneira de remediar o medo e de não possuir nada, e de ter possuído tudo."

, Al Berto

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